Cirurgia Virtual

Conheça a Cirurgia Virtual praticada pelo neurocirurgião Maurício Mandel!

Um dos pontos que fundamentam a Neurocirurgia Minimamente Invasiva é a utilização constante de tecnologia.
No entanto, quando pensamos em tecnologia em cirurgia, muitas pessoas só pensam no INTRAOPERATÓRIO (durante a cirurgia).

cérebro

Nesta sessão vamos expor a programação cirúrgica PRÉ-OPERATÓRIA:
Utilizando a tecnologia disponível atualmente estamos chegando em um ponto de refinamento que nos permite falar em CIRURGIA VIRTUAL: o momento que o cirurgião pode antever as dificuldades, calcular os riscos e pesar o benefícios da cirurgia de forma muito mais precisa.
A cirurgia Virtual auxilia e antecipa a cirurgia real. Além disso, a tecnologia que podemos oferecer na sala operatória torna a complexidade de uma Neurocirurgia simples e segura.

Além disso, a tecnologia que podemos oferecer na sala operatória torna a complexidade de uma Neurocirurgia simples e segura. Veja abaixa no Tour Virtual:

Tour Virtual

Na sala operatória em questão é possível ver o microscópio cirúrgico (a esquerda), a equipe de monitorização eletrofisiológica, o neuronavegador (GPS intraoperatório), a porta para a Ressonância Intraoperatória, além dos equipamentos anestésicos.

Ressonância Magnética de Crânio

Esta não é um simples modelo de computação gráfica. Este é o exame REAL do paciente reconstruído em três dimensões (3D). Permite outra visão ao cirurgião. Minineuro.info
A Neurocirurgia Minimamente Invasiva é baseada na integração dos últimos avanços tecnológicos em todas as etapas da cirurgia: PRÉ, INTRA e PÓS operatórias.

estatico

No video observamos a utilização de reconstrução 3D de um exame de RMN (Ressonância Nuclear Magnética) para a programação pré-operatória.
As imagens da RMN normalmente são visibilizadas em 2D. Quando o exame é realizado em alta resolução (aparelhos mais modernos), é possível organizar as imagens em 3D, através de programas específicos.
A Neurocirurgia tradicional baseava-se na anatomia intra-operatória para a tomada de decisões: era necessária a visibilização intra-operatória de sulcos e giros cerebrais para que o cirurgião localiza-se lesões e malformações.
Atualmente, o cirurgião, através da reconstrução 3D, consegue simular a cirurgia, visibilizar pontos onde enfrentara dificuldades e obter imagens antes só possiveis através da abertura do crânio.
Hoje, utlizando-se destes recursos pré-operatórios, o acesso é dirigido de forma segura e menos traumática.